Foto ilustrativaHá uma espécie de escaravelho cujo macho tem chifres magníficos, duas vezes mais compridos que seu corpo; a fêmea não tem chifres. No estágio larval, eles enterram-se a si mesmo na terra e, silenciosamente, esperam na escuridão por sua metamorfose. São sem dúvida meros insetos, sem nenhuma diferença aparente e, no entanto, um deles escava pra si um buraco duas vezes mais profundo que o outro.
Para que? Para que haja espaço para os chifres do macho se desenvolverem com perfeição.
Por que essas larvas, aparentemente iguais, diferem assim em seus hábitos?
Quem ensinou o macho a cavar um buraco duas vezes mais profundo que a fêmea?
É o resultado de um processo racional?
Não foi Deus, o Criador, quem pôs naquelas criaturas a percepção instintiva que lhes é útil.
De onde esse inseto recebeu sua sabedoria? Alguém talvez pense que ele herdou de seus pais. Mas um cão ensinado, por exemplo, transmite a sua descendência sua astúcia e agilidade? Não. Mesmo que admitamos que o instinto seja herdado, ainda deparamos com o fato de que alguém teria instruído o primeiro escaravelho chifrudo.
A explicação do maravilhoso instinto dos animais acha-se nas palavras do primeiro capitulo de Gênesis: “Disse Deus” – isto é, a vontade de Deus. Quem observa o funcionamento de um relógio sabe que a inteligência não esta no relógio, mas sim a seu Criador, e, portanto, existe uma mente que controla os menores detalhes da vida.
livro: Conhecendo as Doutrinas da Bíblia
Autor: Myer Pearlman
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